Diagnóstico gratuito, vagas limitadas

A régua mudou. Descubra em qual tier as empresas de fora te colocam hoje, e o que falta para subir.

Com a IA filtrando currículos, empresas internacionais passaram a contratar dev de outro jeito. No Diagnóstico, a equipe da Borderless analisa seu LinkedIn, currículo, portfólio e inglês pela nova régua, mostra em qual tier você está e qual é o gargalo que te segura. Você sai com o plano dos próximos 90 dias. 60 minutos, sem custo.

+150profissionais de tech contratados por empresas de fora
US$ 5k a 26kpor mês nos contratos fechados
60 minde sessão, sem custo
Yuri Pereira, fundador da Borderless, no Dubai Fintech Summit
Leitura da triagemAnalisando
Tier IGlobal Professionalaté US$ 7k
Tier IIGlobal SeniorUS$ 7k a 12k
Tier IIIElite EngineerUS$ 12k+
Tier ?O seu perfil hojeDescubra no
Diagnóstico
Em qual tier a triagem te coloca? Quero saber o meu
A Nova Régua

Você é sênior no Brasil. A triagem internacional está te lendo como pleno.

  • 1A primeira leitura agora é da IA. Antes de qualquer recrutador, um filtro decide se o seu perfil diz "sênior global" ou "pleno brasileiro".
  • 2As melhores vagas não são anunciadas. Elas chegam por busca ativa de recrutador, e só encontram quem está visível do jeito certo.
  • 3Quase nunca o problema é o código. É como a sua experiência está sendo lida por quem contrata de fora.
Alunos da Borderless em encontro presencialAlunos Borderless em encontro presencial
A leitura por tier

Toda empresa de fora te coloca em uma faixa. Você sabe qual é a sua?

É essa leitura que define as vagas que chegam até você e o contrato que oferecem. No Diagnóstico você descobre onde está e o que te leva para a próxima.

Tier I

Global Professional

até US$ 7k

O primeiro contrato em dólar. Sai do teto nacional e entra no jogo global.

Tier II

Global Senior

US$ 7k a 12k

Sênior de verdade lá fora. Deixa de ser executor e passa a ser lido como especialista.

Tier III

Elite Engineer

US$ 12k+

Referência técnica. As propostas chegam e você escolhe qual aceitar.

O mesmo profissional pode ser lido em tiers diferentes. O que muda é o material, a visibilidade e o preparo.

O que acontece nos 60 minutos

O que a gente mede na sua sessão

Quatro pontos, na ordem em que eles costumam travar quem tenta sair.

1TIER

Em qual tier a triagem te coloca

A primeira leitura do seu perfil hoje é feita por filtro de IA, antes de qualquer recrutador. Revisamos LinkedIn, GitHub e currículo por essa régua e mostramos onde o seu material diz "pleno brasileiro" quando deveria dizer "sênior global".

2VAGAS PASSIVAS

Por que as vagas não chegam até você

Quem só aplica disputa as vagas que todo mundo vê. As melhores chegam por busca ativa de recrutador, e só encontram quem está visível do jeito certo. Mostramos se o seu caso é de aplicação ou de visibilidade.

3INGLÊS

Em que etapa o inglês te elimina

Medimos seu inglês na situação real de entrevista e apontamos onde você cai: triagem, técnica, comportamental ou negociação.

4GARGALO

Seu gargalo e o plano de 90 dias

Sempre existe um eixo segurando os outros. Você sai sabendo qual é o seu, o que atacar primeiro e o que pode esperar.

IdiomaSenioridadeVisibilidadeRedePreparo
Quero descobrir meu tierSem custo. Você escolhe o horário.
Para quem é

O Diagnóstico é para você se...

✓

Você é pleno ou sênior em tech

Dev, Data Engineer, Data Scientist, QA, SRE, Cloud ou Product Designer. Atendemos todas as áreas de tech, menos cybersecurity.

✓

Você bateu no teto do mercado nacional

Já ganha bem aqui e percebeu que o próximo degrau não existe no Brasil. O teto daqui pode ser o piso de lá: o mesmo trabalho paga de 3 a 5 vezes mais fora.

✓

Você já tentou e travou

Processo que morreu na triagem, na entrevista técnica ou no silêncio depois da última etapa. Quase nunca o problema é o código. É como ele está sendo lido.

✓

Você acha que passou da idade

Não passou. Na nova régua, anos de experiência deixaram de ser peso e viraram o que as empresas de fora mais pagam. O Ricardo chegou com 24 anos de carreira.

✕Não é para você se está começando agora. Sem experiência profissional em tech, não temos o que reposicionar.
Relato do Ricardo no grupo de alunos da Borderless
Ricardo, 24 anos de carreira

Experiência não é peso. É o que eles pagam.

Principal Architect que já ganhava US$ 12 mil. Com o perfil lendo a experiência do jeito certo, passou a acumular dois contratos: Principal Architect e Principal Platform Engineer.

US$ 22,5 milpor mês hoje, somando os dois contratos
O que muda

O primeiro contrato internacional não muda seu endereço. Muda suas opções.

💵

Moeda forte, teto seu

Contrato fixo em dólar ou euro te tira da montanha russa do mercado nacional. Você para de aceitar o teto que ele define.

⏳

Menos horas, mais folga

Quando um contrato só paga as contas com sobra, você para de aceitar tudo. Fim do freela de fim de semana para fechar o mês.

🌎

Trabalhe de onde quiser

Você não precisa sair do Brasil. Precisa sair do mercado brasileiro. Trabalhe de casa, de outro país ou de onde fizer sentido.

📈

Cada ano vale mais

Times internacionais cobram o que o mercado global exige. Você cresce na direção que sobe o seu tier, e cada contrato puxa o próximo para cima.

Cases

Três profissionais, três gargalos diferentes

Onde estavam, o que travava, onde chegaram.

Pietro
PietroDev Java para Lead Java
US$ 5k→US$ 8,5k

Já trabalhava para fora, mas preso numa consultoria. Reposicionou o perfil para o nível que já entregava e fechou como Lead Java, com 70% a mais.

Gargalo: senioridade
Thiago
ThiagoWeb3 e Backend
US$ 13k→US$ 22k

Em um mês, passou da triagem em 19 processos. Com opção na mesa, recusou 3 propostas até fechar a vaga certa em Web3.

Gargalo: visibilidade
Gelson
GelsonFront End
Desempregado→US$ 9k

Perdeu o emprego de R$ 20 mil numa consultoria no layoff. Um mês depois, estava contratado lá fora ganhando mais.

Gargalo: preparo
Depoimentos

Quem já passou pela nova régua

Alunos que hoje trabalham para empresas de fora, gravados na Borderless Conference.

Depoimento de aluno da Borderless
AssistaBorderless Conference
Depoimento de aluna da Borderless
AssistaAluna do PSP
Depoimento de aluna da Borderless
AssistaBorderless Conference

Relatos do grupo de alunos

Postados pelos próprios alunos. Clique para ver o print.

Felipe Padovani
Felipe PadovaniDesenvolvedor Fullstack para Senior Frontend Engineer
AntesR$ 2.780
→
HojeUS$ 5.000 por mês
Não esperei estar 100% pronto. Em menos de 30 dias consegui o primeiro screening da minha vida, e na quarta entrevista assinei meu primeiro contrato internacional.
4 anos de experiência, 6 meses de mentoria
Fernando Viana
Fernando VianaBackend Engineer, Brasil e Estados Unidos
AntesR$ 8.600 CLT
→
HojeR$ 13 mil + US$ 55 mil por ano
Mandava currículos direcionados para vagas específicas, em vez de sair aplicando aleatoriamente. Cada aplicação era pensada para a vaga e a stack.
5 anos e meio de experiência, 5 meses de mentoria
M
Matheus Oliveira SilvaAI e Data Engineer para Software Engineer II, LLMOps
AntesR$ 10.700
→
HojeUS$ 6.500 por mês + equity
Vivi 3 anos de experiência nesse último ano. O que fez eu conseguir internacionalizar foi não me acomodar.
2 anos e 11 meses de experiência, Base e depois PSP
Ricardo
RicardoPrincipal Architect e Principal Platform Engineer
AntesUS$ 12 mil
→
HojeUS$ 22,5 mil por mês
Dois contratos ao mesmo tempo, com 24 anos de carreira. Experiência não foi peso, foi o que pesou a favor.
24 anos de experiência, 11 meses de mentoria
Quero descobrir meu tierSessão de 60 minutos, sem custo.
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Perguntas frequentes

Antes de reservar

É gratuito mesmo?

Sim. A sessão não tem custo.

Vão tentar me vender alguma coisa no final?

Se o seu gargalo for algo que a gente resolve e fizer sentido para os dois lados, conversamos sobre execução. Se não fizer, você sai com o seu tier, o seu gargalo e o plano de 90 dias do mesmo jeito.

Tenho mais de 40 anos. Ainda dá tempo?

Dá. Na contratação internacional, experiência é o que pesa a favor. O que costuma travar é o perfil não mostrar essa experiência do jeito que a triagem procura. O Ricardo chegou com 24 anos de carreira e hoje soma US$ 22,5 mil por mês.

Preciso sair do Brasil?

Não. A maioria dos contratos é remota, e você trabalha de onde estiver.

Meu inglês não está bom. Vale a pena?

Vale. Descobrir em que etapa o inglês te trava faz parte da sessão.

Trabalho com cybersecurity. Posso fazer?

No momento, não atendemos essa área.

Vagas limitadas na agenda

Primeiro o diagnóstico, depois a receita

A régua mudou para todo mundo. A diferença é quem descobre em qual tier está antes de mandar o próximo currículo. Reserve os 60 minutos. Se fizer sentido para os dois lados, a gente conversa sobre execução. Se não fizer, o plano é seu de qualquer forma.

Yuri Pereira palestrandoYuri Pereira, Borderless Coding
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