Com a IA filtrando currículos, empresas internacionais passaram a contratar dev de outro jeito. No Diagnóstico, a equipe da Borderless analisa seu LinkedIn, currículo, portfólio e inglês pela nova régua, mostra em qual tier você está e qual é o gargalo que te segura. Você sai com o plano dos próximos 90 dias. 60 minutos, sem custo.

Você é sênior no Brasil. A triagem internacional está te lendo como pleno.
Alunos Borderless em encontro presencialÉ essa leitura que define as vagas que chegam até você e o contrato que oferecem. No Diagnóstico você descobre onde está e o que te leva para a próxima.
O primeiro contrato em dólar. Sai do teto nacional e entra no jogo global.
Sênior de verdade lá fora. Deixa de ser executor e passa a ser lido como especialista.
Referência técnica. As propostas chegam e você escolhe qual aceitar.
O mesmo profissional pode ser lido em tiers diferentes. O que muda é o material, a visibilidade e o preparo.
Quatro pontos, na ordem em que eles costumam travar quem tenta sair.
A primeira leitura do seu perfil hoje é feita por filtro de IA, antes de qualquer recrutador. Revisamos LinkedIn, GitHub e currículo por essa régua e mostramos onde o seu material diz "pleno brasileiro" quando deveria dizer "sênior global".
Quem só aplica disputa as vagas que todo mundo vê. As melhores chegam por busca ativa de recrutador, e só encontram quem está visível do jeito certo. Mostramos se o seu caso é de aplicação ou de visibilidade.
Medimos seu inglês na situação real de entrevista e apontamos onde você cai: triagem, técnica, comportamental ou negociação.
Sempre existe um eixo segurando os outros. Você sai sabendo qual é o seu, o que atacar primeiro e o que pode esperar.
Dev, Data Engineer, Data Scientist, QA, SRE, Cloud ou Product Designer. Atendemos todas as áreas de tech, menos cybersecurity.
Já ganha bem aqui e percebeu que o próximo degrau não existe no Brasil. O teto daqui pode ser o piso de lá: o mesmo trabalho paga de 3 a 5 vezes mais fora.
Processo que morreu na triagem, na entrevista técnica ou no silêncio depois da última etapa. Quase nunca o problema é o código. É como ele está sendo lido.
Não passou. Na nova régua, anos de experiência deixaram de ser peso e viraram o que as empresas de fora mais pagam. O Ricardo chegou com 24 anos de carreira.

Principal Architect que já ganhava US$ 12 mil. Com o perfil lendo a experiência do jeito certo, passou a acumular dois contratos: Principal Architect e Principal Platform Engineer.
Contrato fixo em dólar ou euro te tira da montanha russa do mercado nacional. Você para de aceitar o teto que ele define.
Quando um contrato só paga as contas com sobra, você para de aceitar tudo. Fim do freela de fim de semana para fechar o mês.
Você não precisa sair do Brasil. Precisa sair do mercado brasileiro. Trabalhe de casa, de outro país ou de onde fizer sentido.
Times internacionais cobram o que o mercado global exige. Você cresce na direção que sobe o seu tier, e cada contrato puxa o próximo para cima.
Onde estavam, o que travava, onde chegaram.

Já trabalhava para fora, mas preso numa consultoria. Reposicionou o perfil para o nível que já entregava e fechou como Lead Java, com 70% a mais.

Em um mês, passou da triagem em 19 processos. Com opção na mesa, recusou 3 propostas até fechar a vaga certa em Web3.

Perdeu o emprego de R$ 20 mil numa consultoria no layoff. Um mês depois, estava contratado lá fora ganhando mais.
Alunos que hoje trabalham para empresas de fora, gravados na Borderless Conference.
Postados pelos próprios alunos. Clique para ver o print.

Não esperei estar 100% pronto. Em menos de 30 dias consegui o primeiro screening da minha vida, e na quarta entrevista assinei meu primeiro contrato internacional.

Mandava currículos direcionados para vagas específicas, em vez de sair aplicando aleatoriamente. Cada aplicação era pensada para a vaga e a stack.
Vivi 3 anos de experiência nesse último ano. O que fez eu conseguir internacionalizar foi não me acomodar.

Dois contratos ao mesmo tempo, com 24 anos de carreira. Experiência não foi peso, foi o que pesou a favor.
Sim. A sessão não tem custo.
Se o seu gargalo for algo que a gente resolve e fizer sentido para os dois lados, conversamos sobre execução. Se não fizer, você sai com o seu tier, o seu gargalo e o plano de 90 dias do mesmo jeito.
Dá. Na contratação internacional, experiência é o que pesa a favor. O que costuma travar é o perfil não mostrar essa experiência do jeito que a triagem procura. O Ricardo chegou com 24 anos de carreira e hoje soma US$ 22,5 mil por mês.
Não. A maioria dos contratos é remota, e você trabalha de onde estiver.
Vale. Descobrir em que etapa o inglês te trava faz parte da sessão.
No momento, não atendemos essa área.
A régua mudou para todo mundo. A diferença é quem descobre em qual tier está antes de mandar o próximo currículo. Reserve os 60 minutos. Se fizer sentido para os dois lados, a gente conversa sobre execução. Se não fizer, o plano é seu de qualquer forma.
Yuri Pereira, Borderless CodingPreencha e escolha o dia e o horário na agenda da Borderless logo em seguida.